FALÉSIAS - COLEÇÃO 2020/2021

A inspiração desta coleção se deu por meio das problemáticas ambientais e culturais que estão ocorrendo durante o epicentro da pandemia mundial em que vivemos.

O governo brasileiro, ao deixar de ser centro das mídias e assim, pouco visto seus feitos e sem cobranças dos cidadãos, está aproveitando, atrás das cortinas da pandemia (COVID19), para alterar leis, incisos e cláusulas que prejudicam índios e todo o meio ambiente - fauna e flora - com desmatamento, desflorestamento, exploração de minérios (Brumadinho) e o genocídio indígena, tal como invasão de tribos isoladas, doutrinando os nativos e gerando perda de identidade cultural.

A K.F traz consigo a seguinte questão perante o delicado momento mundial, “qual a importância da preservação da Amazônia e das tradições culturais indígenas brasileiras?”.

Diante da problemática apresentada, a K.F se debruçou na criação de uma coleção em que retrate elementos da cultura indígena brasileira, assim como a biodiversidade da Amazônia, com o objetivo de voltar os olhos da mídia mundial, nacional e todos os seus envolvidos, para que observem o tamanho do problema. Sendo citados como principais responsáveis, Vossa Excelência, o presidente Jair Bolsonaro, o Ministério do Meio Ambiente e, sobretudo, aos olhos de Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, ainda, o Ministério da Cultura e, principalmente, o cidadão que elege, por meio do voto - a pertinência da preservação da biodiversidade para não apenas a sobrevivência humana, como para todos os seres vivos que nela habitam, já que estamos todos interligados e dependemos deste sistema para que haja VIDA.

Vislumbramos que a K.F BRAND tem como princípios, desde sempre, a preservação do meio ambiente, com escolhas de matérias-primas reutilizáveis, recicláveis, com o mínimo de agressão ao meio ambiente. Priorizando a mão de obra local com produção 100% nacional, não tendo um sistema industrial, mas sim humanizado, em que valoriza o ser humano como base primordial de um desenvolvimento ecossustentável de produção, singularizando cada indivíduo.

Concluímos que “Ser ecológico é ser econômico, a chave para um futuro que se encontra em uma corda-bamba”.